Diálogos Sagrados

Diálogo entre a Dra. Quitéria Barbuda e o Capitão Porão, um homem de Abril, amante intelectual de Che, amigo íntimo de muitos adolescentes paço arquianos e, acima de tudo, um militar sempre do contra. O tema em cima da mesa é sobre o Comandante Guélas, Potestade da Net e senhor do reino de Paço de Arcos, das suas terras, do seu mar e do seu ar.

Quitéria Barbuda - O comunismo é um pântano e nós nunca permitimos que os Paço Arquianos se afogassem dentro desse pântano. Agora que demos cabo deles e das suas sedes, avançamos para os Islâmicos, seus descendentes, e arrasaremos com alguma mesquita que queiram pôr aqui.
Capitão Porão - E se eu quiser seguir a tradição islâmica, que não reconhece qualquer limite a Deus ?
Quitéria Barbuda - O que tu queres sei eu, meu Porão. Sem um Deus-Árbito como o Comandante Guélas, que sabe falar bem e raciocinar correctamente, ou seja, limitado pela razão, tu poderás andar à vontade pelas mesquitas, a dar lanchinho, e outras coisas, às criancinhas e aos adolescentes, como fazem os teus amiguinhos árabes. Em todas as fotos dos senhores da guerra afegãos, estavam sempre presentes adolescentes juntinhos a eles. Era uma roda viva!
Capitão Porão - Eu gosto do Maomé e pronto !
Quitéria Barbuda - Com esse estás à vontade, ele já é um adulto. Apesar disso, ele não trará nada de novo a Paço de Arcos, a não ser as coisas malvadas e inumanas dos comunistas. Se o levares para a tua casa em Lisboa, estás à vontade. Mas tens de saber que o Comandante Guélas está ligado à Verdade e ao Bem. Faz do combate ao Mal, o Comunismo e seus equivalentes, verdades eternamente válidas. Existe a liberdade do Comandante Guélas, em virtude da qual Ele criou a vila de Paço de Arcos, livre de todo o tipo de ranhosos. Ele foi o derradeiro lutador pela independência de Paço de Arcos contra o avanço dos social-fascistas.
Capitão Porão - Está a insinuar que o meu sentido de amor, espiritual, é dirigido aos seres abaixo dos 18 anos ?
Quitéria Barbuda - Os lanchinhos que levavas ao pessoal dos "optimist" tudo o indica. Caso o pessoal do Maomé mandasse em Paço de Arcos, tu com toda a certeza que te considerarias no Paraiso.

 

EXCLUSIVO

A Verdadeira Entrevista

Ratinho encontra-se com Natascha Kampusch na "Casa do Adro"

Ratinho - Que sorte teres sido raptada, Narracha....Natascha!
Natascha - Sorte?
Ratinho - Eras uma gorda estilo leitão, que nem para o br....davas, e sais agora uma mula, que até eu papava. E ainda por cima estás a fazer um belo negócio: uma casa, um emprego e os bens do Prikopilas.
Natascha - Ao menos o tempo que gramei com o Priklopil deu para planear o futuro.Nem precisei de ir à Escola chatear-me com a porcaria da Matemática e agora tive passagens administrativas.
Ratinho - E o seu médico, tratou-a bem?

Natascha - O Dr. Friedrich quis logo ver o que estava por debaixo das cuecas. Teve de pagar! Agora sou uma empresária de sucesso.
Ratinho - Estás a fazer um belo pé-de-meia.
Natascha - Tenho que fazer pela vida.
Ratinho - Como te sentes cá fora?
Natascha - Fiquei logo doente porque apanhei uma carrada de chatos.
Ratinho - E a gravidez? Grande negócio!
Natascha - Tu é que me compreendes, Ratinho. És diferente dos outros que só debitam postas-de-pescada.
Ratinho - Somos almas gémeas. Quais são os teus planos?
Natascha - Continuar a boa vida, mas sem ter que aturar o monga do Priklopil.
Ratinho - E não te esqueças de escrever o livrinho da praxe!
Natascha - Tenho que fazer o máximo num curto espaço de tempo.
Ratinho - E quando descobrirem que foste tu que raptaste o Prikopilas?
Natascha - Provas, meu querido Ratinho, são precisas provas!
Ratinho - "Querido"? Mas que abuso é este, Natascha? E há mais. Disseste que tiveste paragens repentinas do Coração. Eu acho que querias dizer "Curação", ou seja, prisão de ventre.
Natascha - És um espertalhaço. Mas "Coração" dá mais guita do que "Curação".
Ratinho - Eu nunca tive a tua sorte. Desde os 10 anos que estou na esquina da "Casa do Adro" e nunca ninguém me. Poderia estar agora cheio de massa, mas ninguém me quis.
Natascha - Não há Priklopiles em todas as esquinas.
Ratinho - O mais parecido era o Papagaio, mas já lhe levantaram os ossos. O que sentiste quando soubeste que o Prikopilas tinha sido passado a ferro pelo rápido das 18H00 ?
Natascha - Alegria e Tristeza!
Ratinho - Não me digas que sentes saudades do monga?
Natascha - Estás maluco. Alegria, porque vou poder reclamar as massas do monga, tristeza por não ter sido passado a ferro pelo rápido das 17H45.

O objectivo da RIAPA é colonizar a maior parte do espaço disponível

“A nossa responsabilidade para com a Vila é criar o superior, não reproduzir o inferior, o bolchevismo. Quem não obedece ao Comandante Guélas é inimigo da Razão e dos Bons Costumes, logo é vermelho. Aqueles que pretendam perseguir a verdade, devem renunciar à paz de espírito e devotar a sua vida à Causa da Vila: correr com a comunistada! O espírito de um Paço Arquiano constrói-se a partir da sua escolha, o Comandante Guélas.”

Quitéria Barbuda dirigindo-se aos novos cadetes no Dia 28 de Maio, Dia do Paço Arquiano.

Leva o Espírito da RIAPA para o teu futuro!

Comunas & Palhaços

A Mascote

REGISTADO NA CÂMARA

MUNICIPAL COM O NOME DE

MAMADA BA

"Ter um Preto no Partido é chique"

Chico Louçã

A Traficante e Terrorista

O Palhaço

Já Tive um Filho duma Preta!

Sê um de Nós

Vem para o Bloco de Esquerda

Enquanto o Tio não lhe dá um novo Tacho, mandou-o para um campo de férias do Bloco.

AZAR

A Amiga dos Terroristas Ana Traque por pouco não apanhou com a bomba do autocarro em Londres.

Fica para a próxima!

Angariação de Fundos para o BLOCO

 

 

 

Este Sobrinho tirou Paço de Arcos da Idade Média

 

O Fado do Enrabado

Vieste da guerra
Eras Soldado
Mal puseste o pé em terra
Foste logo enrabado

Quando eras pequenino
Fazias de Peru
Tu comias o milho
Eles comiam-te o cu

No Intendente
Ias por maus caminhos
Não era nas donzelas
Era nos Rabinhos

E na falta de uma Criancinha
Não saias perdedor
Matavas a fomeca
Com um bom vibrador

Mas à falta dele
Ias lá com a Cenourinha
Podia não ser tão bom
Mas sempre era uma ajudinha

Chamavam-te Jacinto
Na escola eras o primeiro
Quando desapertavas o cinto
Comiam-te o Mealheiro

 

O FILME

 

- Trata-se de uma História de Amor

entre um Militar e um Chinês!

E A HISTÓRIA DE AMOR ACABA ASSIM...

 

 

Crónica Social do Cinquentenário do Capitão Porão

Foi no dia 8 de Maio de 1992 que se comemorou o cinquentenário do Capitão Porão, tendo o velho militar de Abril dado o ânus e os seus amigos feito uma festa. A excitação do aniversariante perante tão numerosa matilha de potenciais e antigos enrabantes, era visível na mancha da parte de trás das suas calcinhas. Só a falta do gestor do seu bumbum foi um "senão" à party.

O convívio íntimo decorreu no restaurante o "Areias", um misto de "Tino" e "Picadily", tendo sido distribuída à entrada uma biografia do ancião, onde se contavam os pontos mais importantes da sua atribulada vida de burriqueiro. A primeira "passa" tinha sido dada em Cabinda, concretamente num charuto dum indígena.

Devido à inesperada presença dum comandante, teve de guardar o "habano" na sua parte mais íntima, tendo este acto de bravura marcado definitivamente a sua vida. Devido a esta emoção, alistou-se segunda vez para defender a Pátria, e principalmente os seus saborosos charutos. A manutenção do seu pelotão de pretos era diária. Que boca tão marota a deste Porão! Entre os presentes os eternos colunáveis: O'Porto Pilas, que veio de expresso para a famosa e cultural vila, agora ele todo esperançoso de ser pai de um Pilinhas, para assim o ensinar a ir pôr a minhoca a ser fumada nas filhas dos seus amigos; o banqueiro Velhinho, um charme etnográfico de uma esponja PaçoArquiana; o teólogo Chico Sá, que justificou a sua presença pela necessidade de autografar o bumbum do aniversariante com uma faca de cozinha com serrilha; o celebérrimo "Pagajantares" Cu Milhas Beduino Azias, vestido com um casaco da mesma marca do exótico arquitecto Cocciolo; madame Milhas confidenciou-nos que estava dominada, quase por completo, pelo hálito do seu Apolo e pela principalmente pela sua carteira burguesa.

Notámos também a presença do lendário Graise, que insistiu no facto de não ter ainda inimigos, especialmente naquele momento em que via uma cerveja a convidá-lo para uma dança.

 Demos também de caras com o jovial Bigornas, que nos confidenciou que o seu pensamento continuava em movimento mas, como sempre, coxeando. Esta foi uma festa de muitas verdades, estando uma delas ligada à confidência que o aniversariante fez de que, durante toda a sua vida artística, na sua alta cama de seda, todos os homens e criancinhas eram iguais perante o seu bumbum.

 Que revolucionário este ancião de pêra e bigode, cujo grande sonho da vida dele, era apanhar no cofre do Tio Fidel , tendo na fila de espera o sensual Che Guevara e o "Pedo-Filó" Cohn-Bandido, ambos a soprarem no avô Marx. Disse tambémque o sexo fora sempre o seu fogo central, e que tudo se devia às suas ancas e há energia eléctrica do seu eloquente bumbum. Confidenciou-nos que o Dr. Moedinhas estava a enlouquece-lo, arrastando-o com furor para a perdição de outras sardas mais jovens. Aliás, a ausência deste ciclone enrabador foi muito notada, dizendo os seus mais íntimos amigos que ele já se encontrava esgotado de ter que ajudar a sua namorada a subir para a cama, em virtude da sua avançada idade. Para uma canzana,o velho revolucionário já precisava que lhe segurassem no desgastado bumbum.

Assim, o velho gestor foi-se refugiar em Inglaterra com uma Prontinha desdentada. Continua com o sexo apurado, este faminto amante negreiro ! Num dos cantos da enorme mesa em forma de "arnaldo", vimos a exuberante Lentxiolina, que seguia com intimidade e atenção o deslocar dos machos solteiros, à espera que algum se descuidasse e deixasse a braguilha aberta, podendo assim dar umas passas de borla.

O senhor Charlot, finalista da Casa Pia, não pode estar presente, em virtude de se ter deslocado ao Alentejo, para fazer um rabinho a um sobrinho e ao respectivo tio, ministro do Cavá. A um dos cantos da mesa, o célebre artista Joaquim Caça Ratas, ou seja, Serapitola Figueiredo Baeta, encontrava-se sentado junto da sua Maria, à espera das badaladas da meia noite para, tal como a Gata Borralheira, se transformar num homem cheio de Ponta e rumar para as traseiras de uma mulata muito disputada à entrada de Paço de Arcos. Até lá, ia aparando com a cabeça, os inúmeros rebuçados com que os seus amigos o presenteavam. Muito perto de si, o casal Carlos Ponta Batemuma Baptista, procurava convencer madame Serapitola das virtudes do casamento, preferindo esta fazer contas sobre a próxima descida do esquentador, na toalha de mesa, como manda a etiqueta.

O auge da festa foi quando dois dos convidados o presentearam com artigos íntimos, entrando o aniversariante num delírio esotérico, que fez com que o seu bumbum se dilatasse, ficando formosamente parecido com uma couve flor. O celebérrimo artista da RIAPA, Orlangotango, ofereceu-lhe umas divinais cuecas com garagem para a fruta, entrando a diva de pêra e bigode numa rompante depressão, pois não poderia experimentá-las de imediato no seu vil gestor, em virtude da sua Prontinha ausência em Londres. Para não desgostar o amigo Orlangotango, e devido aos impulsos constantes da sua SardoMania, tentou de imediato convencê-lo de ser ele a colocar as cuecas, para assim poder ser ele a saborear uma banana com casca. Orlangotango teve de se ausentar de imediato, alegando dores de barriga, pois a sua amiga apelava ao seu cinquentenário, não desistindo da sôfrega idéia. Mas, tudo mudou, quando a segunda prenda foi aberta e uma soberba chucha, em forma de arnaldo, se apresentou a rir para o capitão Porão. Não mais falou o rabichão, pois pô-la sofregamente na boca, mas ainda gritou:

"Até que enfim, há quantos anos é que eu já não chucho numa, agora tudo serve, até de plástico ".

Apercebemo-nos da intimidade que o Arquitecto agora tem pelo seu amigo Milhas, depois da compra de dois Hondas Azuis. Já há quem lhes chame os irmãos gémeos CocioMilhas. A um canto do salão, descobrimos outros dos memoráveis anciãos de Paço de Arcos, o arquiduque Ául, que se encontrava embevecido pelo dia de ânus do seu amigo, prometendo fazer uma festa no seu próprio centenário. Para podermos situar este fóssil na história PaçoArquiana, diremos que ele jogou ao bilas com o Patrão Lopes e ajudou no parto do nascimento da célebre artista Quitéria. Que cheiro a mofo exala este velho monárquico. No meio de toda esta exaltação, o Dr. Serapitola confidenciou-nos que a sua cara metade não o deixava ver-lhe o umbigo, pois isso não era digno da classe social a que ambos pertenciam. Que ousadia a deste trombeiro militante ! Felizmente, ela nunca lhe tinha visto a língua, um autêntico fiambre da Terrugem, porque senão era o divórcio. O Dr. Tonzinho, agora quase irreconhecível devido à sua desenvolta musculatura, presenteou o Porão com um isqueiro em forma de sarda matreira, um novo produto da Concentra Metelo. Os olhos do Dr. Olho vivo foram descobertos no decote da assanhada Lentxiolina. Confidenciou-nos o seu deslumbre que sempre teve por caniches de Direito. Que mutante e atrevido este advogado canibal. Depois de umas trocas de palavras com o sempre presente e hilariante Arquitecto Cociolo, descobrimos que ainda não foi desta que o dito senhor ultrapassou a sua difícil adolescência. Façamos votos que esteja livre no final do século. O velho Capitão assustou os machos presentes, quando os desafiou para o Jogo do Alho, sendo ele o único a amochar com todos nos costados. Que atrevido este fóssil marmanjão ! E assim passou mais um jantar, não sendo ainda desta que o roto do forreta oferece uma party de borla aos amigos. E ainda falam do nosso querido Milhas.

 

HOMENAGEM AO GRANDE XANTOLA

O senhor Xantola foi um dos vultos PaçoArquianos que deixou a sua obra imortalizada. Merece, sem sombra de dúvida, uma estátua junto ao Patrão Lopes. Até lá a RIAPA faz-lhe esta merecida homenagem.

 

 

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(on/off)

 

 

 

"D. Fernando II e Glória"

Gastaram 10 milhões de euros para reconstruir este mono!

Está de novo a apodrecer porque não há dinheiro para a conservação.

Minada de fungos

Descobriram um cogumelo com dois palmos de diâmetro

Prazo de validade do revestimento antivegetativo do fundo do casco (em cobre) está a acabar

Apodrecimento da madeira na zona externa dos camarins dos oficiais

1999 - partiu-se o turco de estibordo

2001 - danos generalizados: casco, forro interior das obras vivas, em elementos das obras mortas e no arvoredo.

Mastaréu de vante teve de ser retirado para reparação

Mastreação já levou três reparações

Problemas com a madeira na proa e à ré

Orçamento de reparação apresentado pelo senhor Zé Maria Pincél:

1,5 milhões de euros

 

Colecção de Figuras Paço Arquianas

1

Mac Macléu Ferreira

MacLula

É o empresário mais conhecido e popular de Paço de Arcos, entre as classes profissionais terrugenses e caxienses, da segunda metade do século XX. Quando redige um texto sobre as virtudes da Lula na saúde dos Paço Arquianos, fá-lo 3 vezes: a primeira para o Sentido, a segunda para o Estilo e a terceira para Ambos. Junta às Lulas uma preocupação social, pondo-as no mercado bem recheadas e com palito.

 

Colecção de Figuras Paço Arquianas

2

O Bigornas

A Loja "Jomarte" nunca mais foi a mesma após a saída do grande timoneiro Bigornas da administração da 'fábrica da arte'. Acabaram-se as filas de espera dos clientes, enquanto o nosso herói acabava de ler um livro de quadradinhos ou terminava a mudança de óleo da mota mais próxima do balcão. Até chegou a haver descontos para estudantes em fotocópias!

 

Colecção de Figuras Paço Arquianas

3

O Milhas

O Milhas vive em permanente negação. Todos os amigos sabem que ele revela uma grande dificuldade para encontrar, e aceitar, a sua identidade de milionário, mas todos disfarçam, fingindo ainda acreditar no comovento "porque é que eu vim para este mundo?". Comentarem, com elogios, a falta de sorte do Milhas, é apenas uma gorjeta para o manter um pouco alegre.

 

Colecção de Figuras Paço Arquianas

4

Pierre Pomme-de-Terre

O senhor Pierre Pomme-de-Terre sempre quis dar a impressão de estar sempre a tomar conhecimento de alguma coisa. Ele foi empresário de bifanas, na célebre parceria com o senhor Mocho, deixando a ave depenada, após uma visita de cortesia à caixa registadora da empresa. O Pierre Pomme-de-Terre revelou uma grande dificuldade em encontrar a profissão certa, para um Paço Arquiano com tantos talentos. Temos saudades de o ver a aparecer no seu 'Conrado' à porta do pica e a abrir o bar para os amigos. Uma semana depois as cobranças difíceis tiraram-lhe o bólide junto a um semáforo, porque pagamentos nem vê-los. Comprou de imediato um Mercedes no stand mais próximo. A apoteose final foi a deslocação apressada para a América Latina, com a Interpol atrás, e sem ter tempo de um jantar de despedida com os amigos, no 'Canejo', onde deixaria mais um cheque careca.

Está agora a trabalhar, esperemos que nos mesmos moldes, para não quebrar a tradição, nos Açores, exercendo a mesma profissão que teve em Paço de Arcos.

 

Colecção de Figuras Paço Arquianas

5

Tubarão

Após o levantamento dos ossos do Tubarão constatou-se que estes também estavam tatuados. Os familiares do Centro de Ossos de Oeiras recusaram-se a receber as partes deste ilustre Paço Arquiano naqueles preparos, tendo sido destacado um Comando de Bombeiros Voluntários para pôr os ossos na sua cor original.

Para a História de Paço de Arcos, o Tubarão ficará como o único utente que conseguiu viajar no tejadilho do comboio de Cascais a Paço de Arcos, só tendo caído no final da viagem, onde fracturou os dois braços, como pudemos constactar nas ossadas.

 

Colecção de Figuras Paço Arquianas

6

Mocho

Falar dele é referir um SENHOR, com letra e óculos grandes. Quem olha para o Mocho fica com a impressão de estar sempre a tomar conhecimento de alguma coisa. Fica para a História a grande facilidade e faro com que encontrou o parceiro certo para o negócio da roulote das bifanas: Pierre-Pomme-de-Terre!

 

Colecção de Figuras Paço Arquianas

7

Capitão Porão

As noites Paço Arquianas perderam um pouco a sua chama, com a saída do célebre Mini Branco de circulação. Junto ao Patrão Lopes deveria agora erguer-se aquele símbolo fálico da geração de 60, em que dezenas de adolescentes aprenderam a guiar ao colo do nosso querido capitão.

 

Colecção de Figuras Paço Arquianas

(carregue na foca para o ouvir)

8

Focas

O Doutor Focas das Docas é um dos símbolos da RIAPA.

Dr.Focas: " Boa-noite senhores telespectadores; convidado pelo já célebre
doutor Brochado Peidocas,
símbolo máximo desta rede informativa, venho
humildemente e com gentileza, apresentar uma nova série de programas,
que nos falará da vasta herança histórica da literatura "Paço Arquiana". Bom , e como
já não será algo inédito para vocês, encontra-se neste pequenito país, "pequenito"
entre aspas, háááááá (risos), pois embora pequenito, é imenso e vasto quando se fala
em matéria de CULTURA. Pois o POVO é CULTURAe a CULTURA é o POVO,
"obliscutamente falando", já dizia o célebre Fernindó. Fernindó, grande agitador
da "Corrente Literária, Obstinosamente e Brutalmente",que abordaremos
noutro programa.